Gaúcho de Porto Alegre, Vilmar Madruga iniciou sua carreira nos anos 70. Desde então vem produzindo um trabalho cuja produção aponta para a herança pop daqueles anos.
Artista, curador e professor de arte com exposições internacionais em Londres, Nova Iorque, Paris e Luxemburgo, Madruga foi um dos precursores da arte pública no Rio de Janeiro, realizando nos anos 80, diversas intervenções nas estações de metrô da cidade. Atualmente Vilmar Madruga possui ateliê com exposição permanente de seu trabalho
Depois de expor em Londres, Paris, Nova Iorque e Luxemburgo, o artista participou recentemente da Feira de Arte Contemporânea de Metz,uma pequena cidade do norte da França que recebeu recentemente o Museu Gughenheim.
Mas, além da trajetória individual Madruga desenvolveu um trabalho junto às populações carcerárias do Rio de Janeiro,tendo  reunido trabalhos de cem internos do Presídio Vieira Ferreira Netto, no Museu Histórico do Rio de Janeiro durante a mostra A Cor do Cárcere. Como curador participou de exposições no Centro de Artes UFF, Paço Imperial e MAC de Niterói.
Vilmar Madruga foi um dos criadores das Oficinas de Arte da Casa da Paz, antigo palco da chacina de Vigário Geral, transformada em pólo de resistência à violência pelo Movimento Viva-Rio. A experiência é contada no livro Cidade Partida, de Zuenir Ventura, onde Madruga é um dos personagens.

Contatos do Artista:
(21) 9 9996-3508
(21) 2619-3073
(22) 2623-7452
www.vilmarmadruga.com
vilmarmadruga@uol.com.br

 

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